Semana passada terminamos um ciclo de oficinas para profissionais de saúde no Rio de Janeiro.
Dois anos de encontros mensais com profissionais de vários hospitais, os mais distantes, alguns de tuberculose e hanseníase, doentes que interrompem relações com a vida trivial. Grande experiência. Oferecer um espaço de cuidado para quem cuida é um exercício de perseverança: demolir expectativas a cada encontro, recomeçar, recomeçar, recomeçar. Chegar nestes encontros não é fácil. Tudo trabalha na contramão.


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