Foi com grande emoção que li este artigo de Flavia Reis, atriz, palhaça e uma grande companheira de estrada para pensar uma pedagogia do encontro.
Cada palavra de seu texto parece que nasceu já pronta, mas, na verdade, é fruto de horas e horas de oficinas de trabalho, de experimentações que tecem o verbo e colorem adjetivos na grande aventura que é tatear nossas humanidades.
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